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16 agosto, 2006

Desopilamento hepático gratuito (1)
Por Fran Pacheco

Eu sei que a coisa está preta e em matéria de humor, sacanagem e quejandos é praticamente impossível concorrer com aquela seleta turminha do horário eleitoral. Mas como nem todos os nossos cinco renitentes leitores têm estômago para aquele freak show, então vamos lá, essas rapidinhas são procês:

“Patrão, o senhor me desculpe mas faz três meses que eu num recebo o salário...”
“Está desculpado, meu jovem.”


O presidente deu aquela festança com as maiores autoridades da Capital, para comemorar o resultado da eleição. Muitas doses noite adentro, saiu pelo salão e foi procurar uma dama para dançar. Chegou na mesa mais movimentada e convidou:
“Madame... me dá o prazer de bailar essa valsa?”
“Excelência, eu não vou bailar por duas razões: primeiro que isso não é valsa. É xote. Segundo, que eu não sou madame. Sou o Bispo.”

O presidente sai da maior festança num hotel cinco estrelas, cheio da mardita, e dá de cara com aquele camarada enorme, de farda lustrosa, parado debaixo da marquise. Vira-se pro sujeito e diz:
“Companheiro, me chama um táxi.”
“Mas, presidente... eu sou um Almirante!”
“Então chama um navio, pô!”

“Mamãe, agora que eu fiz quatorze anos, já posso usar sutiã?”
“Já falei que não, Jorge Roberto!”

Os bandidos entram num banco, rendem todo mundo e vão logo ordenando:
“A mulherada encosta ali e passa a grana. Os hômi vem tudo pra cá e vão arriando as calça!”
Uma cliente loira, pensa, pensa e reage:
“Peralá! Não era pra ser o contrário?”
Nisso um cliente bigodudo responde com as mãos na cintura:
“Bah, cala essa boca, guria! Que é que tu entende de assalto, tchê?!”

 

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