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14 dezembro, 2004

Exercícios malogrados de futurologia (Tomo II)
Por Prof. Azancoth (Cathedrático & Devasso)

Erros fundamentais de pessoa


“Faça um curso de secretária, Norma Jean. Ou arranje um marido.”
Da chefe de uma agência de modelos, em 1944 – para a futura Marylin Monroe.

“Você nunca será nada!”
Do professor de grego do Ginásio Luitpold, Munique, para um aluno de 16 anos – Albert Einstein.

“O Povo francês não é regicida.”
De Luís XVI,em 1792 - meses antes de ser guilhotinado por regicidas.

“Trata-se de um homem extremamente bondoso.”
Do escritor francês Alphonse de Chateaubriand, em 1939 - sobre Hitler.

“Esse rapaz não tem o menor talento. Diga a ele para desistir de pintar.”
De Edouart Manet, num bate-papo com Monet, em 1864 – sobre Auguste Renoir.

“Daqui a cem anos, os livros de literatura só citarão As Flores do Mal como mera curiosidade.”
De Émile Zola – sobre o conterrâneo Charles Baudelaire.

“Não sabe representar, nem cantar e é careca. Mas dança um pouco.”
De um executivo da MGM, em 1928 – sobre Fred Astaire.

“É apenas um crioulinho magricela.”
De um técnico pernambucano dos anos 50 – descartando Pelé (campeão do mundo aos 16 anos).

“Esse aí não tem pinta de presidente.”
De um executivo da United Artists, durante uma escalação de elenco – sobre o ator Ronald Reagan.

“Não gostamos do som de vocês. Além disso, conjunto de guitarristas não tem futuro.”
Do manda-chuva da gravadora Decca, em1962 – despachando os Beatles.

“O Governo Collor vai dar certo.”
Namur, ex-numerólogo do Jornal do Brasil, em 1992 – ano do impeachment.